Antuérpia, um diamante da Bélgica

Em Junho fomos à Bélgica. Aproveitámos um fim de semana prolongado e partimos. Bruxelas era uma vontade antiga, mas não nos queríamos ficar por aí então surgiu a ideia de visitarmos Antuérpia e Bruges. O voo levou-nos até Bruxelas, do aeroporto partimos de comboio até Antuérpia onde passámos um dia. No dia seguinte, fomos novamente de comboio até Bruges, onde também passámos um dia. Na manhã seguinte partimos rumo a Bruxelas. Posso dizer-vos que começámos esta viagem pelo melhor: Antuérpia e Bruges excederam as expectativas. Mas hoje estou aqui para vos falar sobre Antuérpia.  Continuar a ler

5 razões que te vão fazer querer visitar Amesterdão

Amesterdão! Quando falo de Amesterdão é inevitável não ter um tom saudosista. Adorei esta cidade. Já era uma vontade antiga visitá-la, pois ninguém consegue ficar indiferente às fotografias das bicicletas, do ar romântico dos canais… Mas era sempre aquela viagem que ultrapassava o dinheiro que pensávamos/queríamos dar por ela. Um dia encontrámos uma viagem bastante em conta, na Easyjet, aproveitámos um fim de semana prolongado e lá fomos nós. Foi há um ano atrás, na altura da Páscoa (que calhou nos primeiros dias de Abril), numa viagem que seria a quatro mas foi a três (!), em que não tivemos grande sorte com o tempo porque esteve a chuviscar mas, ainda assim, o sol apareceu durante algumas horas. É uma cidade relativamente pequena e por isso visita-se muito bem em dois ou três dias. Continuar a ler

Pela vila do Marvão

No meu aniversário o Ivan ofereceu-me um voucher do Odisseias “fugas a dois” com o objectivo de irmos passar um fim de semana diferente. Quando vi o catálogo das opções disponíveis, agrupado por zona do país, percebi que queria um lugar directamente ligado com a natureza, sem barulho, longe da confusão e onde pudéssemos desconectar do mundo. E assim foi. Depois de muito considerar e pesquisar, optámos pelo Marvão. O Marvão é uma vila que pertence ao distrito de Portalegre, no alto Alentejo e tem cerca de 600 habitantes. Esta vila fica localizada no ponto mais alto da lindíssima serra de São Mamede e bem próxima com a fronteira de Espanha. Continuar a ler

Segredos da minha cidade

Hoje, ao final de muitos dias consecutivos, a chuva resolveu dar tréguas e deixar o sol espreitar timidamente por entre as nuvens que teimam tingir o azul do céu. Ao fim de semana, se o tempo nos deixar, adoramos caminhar pelos campos da aldeia, percorrer a marginal da cidade ou então respirar o cheiro a eucalipto das serras, aqui nas redondezas. Hoje o caminho escolhido foi Quiaios. Quiaios é uma freguesia que pertence ao concelho da Figueira da Foz e ao distrito de Coimbra. É conhecida pela praia, pelas suas ondas que atraem os surfistas da zona e pela serra da Boa Viagem. Continuar a ler

Pompeia, a cidade por debaixo das cinzas

Na última viagem que fizemos a Itália, não nos queríamos apenas ficar apenas por um único destino, Roma. Em Itália, já percorremos várias cidades e consideramos ser um dos países mais cómodos para se viajar de comboio e por isso, resolvemos considerar outros destinos. Por isso, tirámos um dia para conhecer Pompeia e Nápoles. Hoje falo-vos de Pompeia. Chegámos de comboio e ao longe começamos a avistar o Vesúvio, imponente, apesar de ainda faltarem alguns quilómetros para a chegada à cidade. Apesar de termos visto o nascer do dia durante a viagem de comboio, adivinhava-se um dia bonito, com temperaturas amenas e céu limpo, em Dezembro. Ficámos impressionados com o que vimos. Continuar a ler

5 razões para visitar Roma

Roma, a “cidade eterna”… Podia passar uma eternidade a enumerar factos pelos quais Roma merece uma visita, mas limitei-me a 5, uma vez que sou suspeita para falar de Itália, tal é a nossa adoração por este país. Vamos começar?

1. A gastronomia

Adoro comida italiana. Até há um ano atrás idealizava a minha reforma passada num mini a conhecer Itália de lés a lés e comer todas as especialidades, cozinhadas por locais. Confesso que agora esta ideia já não me agrada tanto- mudança de planos- mas ainda assim hei-de ser sempre uma apaixonada por comida italiana e pela forma agradável como os italianos exploram os sabores e os conjugam, nunca perdendo a simplicidade dos pratos. Continuar a ler

O que fazer em Praga

Fomos a Praga em Agosto do ano passado, depois de umas semanas de aventura pela Tailândia e de trazermos às costas uma mochila cheia de histórias para contar. Foi um mês muito cansativo mas tão cheio de experiências memoráveis… A viagem a Praga foi planeada em cima do acontecimento mas não podíamos estar mais felizes com a decisão. Foram 5 dias muito bem passados e ainda tivemos tempo de dar um salto até Viena, Áustria, numa viagem de autocarro durante a noite. Praga é uma cidade relativamente pequena e que se conhece muito bem a caminhar, se tivermos sorte com o tempo. Agosto é a altura do ano que mais chove e em que os dias cinzentos são mais frequentes e, foi por isso, que a nossa primeira compra em Praga foram dois guarda-chuvas. Pode-se dizer que a melhor altura para visitar Praga é no outono, quando chove menos, os dias são amenos e convidam a passear. Continuar a ler

Paris, a primeira

19 anos. Era a idade que tínhamos quando fizemos a nossa primeira viagem. A primeira vez que nos apaixonámos por um destino e a primeira vez que tivemos noção daquilo que realmente queríamos fazer ao longo da nossa vida.
Quando se é estudante universitário, viajar para fora de um país é visto por muitos como um luxo, mas para mim era visto como um alargar de horizontes. Queria conhecer o mundo. Estava cansado de ouvir falar de Paris, Londres e Atenas nas aulas de história. Queria visitá-las, muito mais do que isso, queria vivê-las.

Sendo nós dois “miúdos” enamorados só fazia sentido visitarmos a cidade do amor, Paris e determinados em realizar esta viagem, fomos poupando todas as notas que as avós tão carinhosamente nos davam nas épocas festivas, e recorrendo a algumas das poupanças de infância lá marcamos a tão esperada viagem. Continuar a ler

Lugares encantados – Parque Natural del Río Barosa

Eu tenho um encantamento por água. É como se fosse uma espécie de atracção. Quando ouço o som da água a correr – pequenos ou grandes ribeiros -, quando sinto a frescura da água no ar (sinal de que está por perto)… Infelizmente, não cresci numa zona com cascatas, porém, tenho o mar mesmo “à porta” de casa e isso faz-me estabelecer uma relação quase que inconsciente com a água.
Ao longo do caminho de Santiago, tive o prazer de me cruzar com muitos ribeiros, cascatas e cursos de água. Foi uma maravilha: o som sempre presente da água relaxava, acalmava e por muito fria que estivesse, as mãos mergulhavam para experimentarem as águas cristalinas que por ali passavam. Continuar a ler