5 acessórios indispensáveis no Caminho de Santiago

Quando comecei a pensar fazer o Caminho de Santiago, talvez duas a três semanas antes, li e pesquisei muito sobre o que devia levar na mochila. Preocupava-me porque nunca tinha passado por nenhuma experiência semelhante anteriormente, ou seja, isto de andar de mochila às costas a pé, era novidade. Quando éramos miúdos, nos nossos 18 anos, eu e o Ivan fomos acampar para Vila Nova de Milfontes, de mochila às costas, entrámos no autocarro e mesmo assim andámos o tempo todo extremamente carregados. Agora seria diferente, sabia e não queria dar-me a esse luxo, ainda mais quando numa experiência como esta, em que só o corpo e a cabeça importam. Não seria aquele ou outro objecto que fariam a diferença na minha experiência. Agora que olho em perspectiva para a experiência que foi, continuo muito contente com a minha decisão de apenas ter levado o indispensável. Continuar a ler

Lugares encantados – Parque Natural del Río Barosa

Eu tenho um encantamento por água. É como se fosse uma espécie de atracção. Quando ouço o som da água a correr – pequenos ou grandes ribeiros -, quando sinto a frescura da água no ar (sinal de que está por perto)… Infelizmente, não cresci numa zona com cascatas, porém, tenho o mar mesmo “à porta” de casa e isso faz-me estabelecer uma relação quase que inconsciente com a água.
Ao longo do caminho de Santiago, tive o prazer de me cruzar com muitos ribeiros, cascatas e cursos de água. Foi uma maravilha: o som sempre presente da água relaxava, acalmava e por muito fria que estivesse, as mãos mergulhavam para experimentarem as águas cristalinas que por ali passavam. Continuar a ler