Ilhas Phi Phi, o paraíso na Terra.

Desde que vi o filme A Praia, em 2000, que as Ilhas Phi Phi entraram no meu imaginário. A ideia de viver isolado num paraíso tropical, onde o único o objectivo é aproveitar a vida ao máximo, sem regras e obrigações, atrai-me. No entanto, nunca achei que tal paraíso realmente existisse e que fosse me fosse possível visitá-lo.
O mar azul turquesa, as montanhas rochosas, o verde tropical e a vida animal chamavam por mim. Não fazia sentido viajar durante 11h até à Tailândia e não visitar as mais belas ilhas do país.
Depois de dois dias sem parar em Banguecoque, partimos em direcção ao aeroporto Suvarnabhumi, onde embarcámos num voo da tailandesa Bangkok Airways com destino a Krabi.
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Ao chegarmos a Krabi deparámo-nos com um mundo à parte, onde os arranha-ceús e trânsito caótico se transformaram em enormes árvores tropicais, casas humildes e apesar de haver menos trânsito, o desrespeito pelo código da estrada mantinha-se. Um autocarro levou-nos ao centro de Krabi, onde mais tarde mudámos para uma carrinha que nos deixou no Klong Jirad Pier e onde entrámos a bordo do ferry para as ilhas. 


Conseguimos chegar ao ferry uns minutos antes deste partir e lá arranjámos lugar para nos sentarmos no convés do navio.
A viagem de barco até às Phi Phi demorou quase duas horas e custou cerca de 400thb. Durante o trajecto fomos lendo, tirando fotografias e avistando ilhotas que nos iam dando um cheirinho do que estava para chegar.
As ilhas Phi Phi ficam localizadas no oceano índico entre a ilha de Phuket e o continente. Este conjunto de ilhas é alvo de uma apertada protecção ambiental e à excepção de Koh Phi Phi Don, é proibido pernoitar nelas. Na principal ilha da Tailândia as construções são de baixa altura e frequentemente são de madeira. As ilhas são ainda hoje procuradas por alpinistas, que tentam escalar as famosas escarpas, e pelos amantes de mergulho que procuram, no Mar de Andamão, riquezas perdidas.

Ao chegarmos, rapidamente nos apercebemos de que tínhamos chegado ao paraíso, que iríamos ter oportunidade de o explorar e que nunca mais dali queríamos sair.

Ivan

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